Web Loco! RSS do WebLoco!

Vanuça, a Pingusa.

Vou colocar aqui só o vídeo, da Vanusa pinguçando(eu não chamaria aquilo de cantar) o Hino Nacional. Pra maiores informações, ou pra simplesmente ler meus resmungos bairristas, acessem o mesmo post no Floodgang.

YouTube Preview Image

, ,

Nova Classe do Diablo III! O Monge.

d3monk É isso aí. Sei que não é novidade, mas na sexta passada foi anunciado na BlizzCon o Monge, nova(e inesperada) classe do Diablo.

Um dos games mais esperados da atualidade, Diablo III está movendo legiões de fãs, conectando-se à internet por meio do Twitter, do próprio site da Blizzard ou da BlizzCon, ou até mesmo, no caso de alguns insanos mais abonados, viajando até lá pra ver ao vivo.

Em meio a novos vídeos de Gameplay, exibição de artes conceituais, fizeram apresentação do vivente. Seguem maiores informações após o clique, no Floodgang.

Ler a matéria do Floodgang

, ,

Verão. Ah, o verão.

O Verão. Aquela estação quente, onde a mulherada põe menos roupa. Já falei que chega, agora dá pra colocar o vídeo.

YouTube Preview Image

,

Ivete Stellar e a Pedra da Luz

Bom, eu deveria, MESMO, detonar o filme, porque em um primeiro momento, ele parece tosco. PRA CARAMBA. Dá pra encarar como “jogaram Final Fantasy, Star Wars e o filme do Didi(aquele da pedra da luz, como no título desse)”.

Sinceramente, como crítica, ainda nem posso falar muito…pois só vi um trailer. Mas o que eu tenho a dizer sobre esse trailer é o seguinte: PORQUÊ, COM MIL DEMÔNIOS, filme infanto-juvenil no Brasil SEMPRE tem que ser sobre uma cantora com poderes mágicos, ou alguma outra coisa besta do tipo? Sério, tá na hora de verem que dá pra INOVAR. Isso faz falta. Vide “Tropa de Elite”, que não é uma obra de gênio, mas ao menos é um FILME! E não uma edição longa do Jornal Nacional, ou um documentário sobre a vida e a sociedade brasileira. O cara assiste porque é pra VER, e não pra ficar pensando no impacto do filme no meio-ambiente, ou como a política brasileira pode ser influenciada pelo maldito filme. É um filme porque é um filme pô!

Eu sei, eu sei, me deixei levar pelo mau-humor e o ódio pela Globofilmes. Mas mesmo assim, dá pra achar muita coisa legal. Tudo bem que tão chupinhando descaradamente Star Wars(como dizem os comentários do vídeo no youtube, o tal “Imperador do Mal” é MUITO parecido com o Dooku. E TOCA RAIOS PELAS MÃOS! O “capanga mor” dele lembra BASTANTE o Grievous. Ele tem o que parece ser um “exército de robôs”. Droid Army, anyone? Mas ainda assim, a qualidade da animação é espantosa pra uma criação, como diz na descrição do vídeo, INTEIRAMENTE brasileira. Isso prova que, embora tenhamos (aparentemente) poucos roteiristas bons/que não se vendam(porque pra mim um roteirista bom não se “prostitui” só pra ganhar grana), temos bons animadores. A qualidade do vídeo lembra BASTANTE o visual do novo Clone Wars, que tá passando no Cartoon Network. Vou colocar um vídeo desse também pra compararem.

Mas enfim, fodástico esse lance de fazerem uma animação Brazuca. Não tinha algo “revolucionário” pro mercado nacional nesse naipe desde Cassiopéia…que sei lá eu porque diabos não vingou. Era uma idéia boa. Espero ao menos que, com uma idéia de história BESTA dessas(Convenhamos…uma personagem CANTORA enfrentando um Império do Mal? ACORDEM! Cantores CANTAM!) vingue o gênero, e algum nerd do mundo da mídia brasileira, alguém que tenha CÉREBRO resolva chutar o balde e fazer algo com uma história fodona e essa qualidade de animação.
E sim, a hora que lançarem isso, vou fazer questão de comprar original pra mostrar pra minha afilhada. Aí depois eu mostro Star Wars…vocês já devem ter entendido aonde eu quero chegar né? =D

YouTube Preview Image YouTube Preview Image

Ah…e não esqueçam que é PARECIDA a qualidade. Não tem como comparar diretamente né? É comparar a Lucasfilm com uma empresa brasileira que tá(até onde eu sei) recém começando.

Japoneses: Muito Cérebro. Muito Tempo. Pouco Sentido.

O título não fez muito sentido né? Mas tá certo, porque os japas TAMBÉM não fazem muito sentido. O que leva alguém a projetar uma metralhadora de BORRACHINHAS???

YouTube Preview Image

, , , , , ,

G.I. Joe: Rise of Cobra

Rise of Cobra

É manjado, tem clichês a torto e a direito, é exagerado pra caramba, tem frases de efeito, e tem personagens larger-than-life. O cara mau, é MAU. Filhadaputa de tão mau. O cara durão é DURÃO. A ponto de ser o tipo de cara que levanta duas metralhadoras gigantescas, uma em cada braço, e sair explodindo tudo(e me fazendo lembrar do filme do rambo). E por aí vai.

Mas ser manjado desse jeito não faz com que G.I. Joe seja um filme ruim… e sim com que ele se torne sensacional! Porquê? Porque essa fórmula de usar clichês e estruturar uma história de maneira manjada é completamente fiel a G.I. Joe. Vilões que são impossíveis de existirem, uma versão completamente fantasiosa da realidade, soldados “normais” que são fodões simplesmente por serem fodões, máquinas fantásticas, tudo isso embolado numa seqüência de explosões intermináveis que faz valer cada centavo do ingresso. Um filme digno da herança oitentista que tem por trás dessa linha de bonecos, e do desenho que passava na TV, e não mais uma porcaria mal feita que acha que vai mudar o mundo.

G.I. Joe não é um filme revolucionário. Não é uma obra-prima. Mas é um baita filme de ação… como um bom Blockbuster deve ser, e como Transformers 2 esqueceu de ser. Todos os elementos necessários pra uma boa experiência cinematográfica tão ali: vilões que são MAUS, e sem muita frescura do porque são maus, flashbacks contando a história dos personagens durante o filme, relações familiares/afetivas/sociais entre os “bonzinhos” e os “malvados”, uma “batalha de naves” que não tem como não lembrar o ataque à Estrela da Morte no ep. IV de Star Wars, vilões estilosos e heróis tão estilosos quanto, feitos impossíveis, exageros visuais e, não podemos nos esquecer de duas coisas muito importantes: humor, e NINJAS! Ninjas nunca são uma idéia ruim, afinal de contas, “ninja” é até gíria pra coisas fodonas. E humor, quando bem utilizado, só melhora as coisas.

Mas piadinhas à parte, uma das coisas que eu achei mais legal no filme foi a sequência de batalha submarina, no final. Eu me senti como se tivessem pego a cena que citei acima, do Star Wars, e fizessem uma releitura. Sensacional! Ótima sacada, pois embora não seja novidade, isso torna o filme interessante. O uso de clichês do cinema é constante, e o filme como um todo tem uma história manjada, mas mesmo assim, não abusa do fator…e nem o faz de maneira estúpida. A luta dos ninjas no final do filme (e isso não é spoiler, pô, dois ninjas inimigos num filme, TEM que ter uma luta!) é muito massa, com espadas e tonfas zunindo por todo canto, manobras impossíveis, e o “drama do poço de lava”: tem uns raios que desintegram tudo, e os dois sentando o sarrafo ali no meio. Quanto aos flashbacks no meio do filme, não acho que eles atrapalhem a história ou o andamento da película,  já que alguns deles são tão movimentados quanto a trama principal. E ainda explicam porquê fulano odeia beltrano, ou porque ciclano conhecia a fulana, sem enrolar demais. A história do filme dá um puta apoio à estrela principal: a ação. Afinal de contas, é UM FILME DE BONEQUINHO pô! Acho que o tio Bay esqueceu disso no segundo Transformers(E não tem como comparar os dois filmes, saindo tão perto)!

Apesar de ter gostado mais de Terminator: Salvation, como crítico eu ainda digo que G.I. Joe é um filme melhor. Não “besurdamente” melhor, mas melhor. Eu não esperava demais do filme, mas não esperava pouco também… e o filme atendeu às minhas expectativas. Numa escala de 0 a 10, o filme ganha um 7, e ainda a indicação: vale a pena assistir, talvez eu tivesse gostado mais ainda se o maldito Cinemark de Canoas não tivesse lançado o filme DUBLADO. Mas mesmo com a dublagem, valeu a pena ter ido à estréia.

, , ,

Katie Polka. Digo, Perry.

De manhã, vendo o Twíster, link que o @mestre_yoda manda: Hot n’ Cold, da Katie Perry, versão Polka. Não que eu goste de Katie Perry, prefiro Sidney Magal, mas essa versão ficou muito hilária:

YouTube Preview Image

(E não, eu não sei se é Polka. Mas parece Polka.)

, ,

Google anuncia Chrome OS(e fica um passo mais perto de dominar o mundo)

Pois é, agora de manhã, fui entrar no twitter, e já fiquei feliz por ter feito um essa semana: recebi através de uma das assinaturas(o borbs, do Judão) a notícia de que a Google vai lançar um novo Google Chrome. Não um navegador, mas um Sistema Operacional. Bom, se eles já dominaram metade do universo da internet, fizeram um browser, e até um sistema operacional pra celular… acho que o próximo passo não é surpresa.

Leia o restante do post »

, , , , , , , , ,

Transformers: A Vingança dos Derrotados

transformers

Segunda-feira da semana passada, assim, do nada, meu pai resolve me agra­dar (ou “fazer um agá”, como ele diz), e me convida pra ir no cinema. Sabendo que tinha Transformers 2, não pude negar. Entrei no cinema meio de can­to, assim como quem não quer nada. Esvaziei meu cérebro, fui pensando, “bah, tá todo mundo dizendo que o filme é uma por­caria, só vi gente detonando”, eu não esperava um filme épico tipo Senhor dos Anéis, ou me­morável tipo 300. E não encon­trei, pra falar a verdade (acha­ram que agora eu ia dizer que o filme é o máximo, e tchururú, e sonrisais, e não sei mais o quê, né?). E olha, nunca achei que ia acertar tanto em desligar meu cérebro pra entrar no cinema.

Pois então: eu curti o filme, e curti PACAS. Mas e porquê eu gostei tanto do filme? Porque eu fui pra ver a Megan Fox e robôs gigantes se socando, ora bolas! E foi o que eu vi, durante duas horas e meia. E tô pra dizer pra vocês, a Mega Fods não tá lá o bicho. Ela só não passa despercebida por ser o enfeite oficial do filme. Roteiro? Sinceramente, eu nem prestei atenção na história. Só me lembro que é uma porcaria. Mas poxa, é de Transformers que a gente tá falando, tchê: não precisa de um roteiro. Precisa de mais explosões. Por mais que digam que ação às vezes é demais, pra mim nunca é. Eu podia ficar o dia inteiro vendo: ca­minhão vira robô, robô soca outro robô, vira caminhão, corre na estrada, salva moleque, vira robô, soca outro robô de novo, explode robô, pacoteia meia dúzia de robôs.

E é isso que mais tem no filme. Logo de cara, ao invés de ficar de mimimi se demorar explicando uma origem através de cenas cheias de frescura demoradas, o Optimus explica a histó­ria verbalmente, enquanto a ação (leia-se pessoas correndo, coisas explodindo, carros pegando fogo, robôs gigantescos destruindo pontes e coisas divertidas do gênero) se desenrola. Entendendo a base do filme (e tendo assistido ao primeiro, óbvio), parte-se pra pancadaria: de saída, vemos o Autobot Sideswipe (que infeliz­mente tem uma participação pe­quena) arregaçando um Decep­ticon (que não tem nem chance de se destransformar, tadinho), e cantando de galo se exibindo, e logo depois, o Opti­mus pacoteando um outro robo­zão maior que ele (e quando eu digo maior, pensem “três vezes maior”, e olha que o Optimus é o maior dos autobots). Só essa abertura já dá o tom do filme.

Apesar de toda essa diver­são, dá pra notar bastante coisa inconsistente: a maioria dos robozassos tem uma participação bem pe­quena, à exceção do Starscream, que acaba tendo uma participação maior no filme (e ficou muito bem adaptado, sendo agora mais fiel ao perso­nagem original). Personagens legais, como o Jolt, que tem po­deres elétricos, e o supracitado Sideswipe (que usa umas lâmi­nas muito estilosas), foram mui­to pouco usados. Pô, o Jolt nem FALAR não fala! E o tal do Sideswipe, estiloso pra caramba, podia ter rendido mais, podia ter uns lances muito divertidos com ele. Vale citar também, que nesse filme, o Bumblebee tá MUITO FODÃO. Ele espanca um Decepticon numa cena, que chega a dar gosto! As lutas do filme tão bem melhores que no primeiro(leia-se: agora a chutação de rabos robóticos é gratuita, abundando e FODONA!). Além disso, o roteiro é bem clichezão, tem algumas piadas desnecessárias (aquela sobre os bagos do Devastator não conseguiu nem me arrancar um sorriso), mas ainda as­sim eu me diverti pacas. Pra falar a ver­dade, eu gostei mais do que Terminator. Até porque, nesse, tem robôs gigantes se pacoteando. E não tem muita coisa que supere robôs gigantes se pacoteando. Ainda mais durante duas horas e meia.

Ah, e pra quem talvez não se deu por conta: O “Revenge of the Fallen” do título não quer dizer “Vingan­ça dos Derrotados”, e sim “Vingança de Fallen”, que é o nome do vilão do filme. Ou seja, mais um título babaca, mal traduzido no “Bréjil”.

, , , , , ,

Estréia(minha no Webloco, do Terminator nos cinemas)

Terminator

Pois é, estréio eu(sim, eu SEI que soa estranho) aqui no Webloco. Quando o Gustavo me convidou pra escrever aqui, comecei a concordar com o nome do site…ele deve tá bem louco mesmo, só pode. Mas, reza a lenda, que o que eu escrevo é engraçado. Então, vocês vão ter que me aturar aqui, escrevendo bobagens, falando mal de filmes que eu não gosto, falando bem dos que eu gosto(Star Wars, anyone?), comentando games que eu jogo ou me interesso,  informando vocês do glorioso mundo dos Nerds, e colocando links pro meu blog.

E pra começar, como não poderia deixar de faltar, a crítica de Terminator Salvation, mas bem resumida(pq não dá pra entregar o ouro, sábado vai pro jornal a versão completa, aí como eu sou muito gente fina, vou colocar ela lá no Meiopsicopata).

Fui ver o filme na sexta passada, no Barra Shopping Sul em Porto Alegre. Primeiro, fica o elogio pro lugar: é trique-trique rolimã! Segundo, vamos ao filme. Que não é um filme, eu não me arrisco a chamar aquilo de filme, e sim uma ODE aos dois primeiros filmes da série. As referências são apresentadas seguidamente, e de maneira quase frenética durante o filme. Músicas, o tema(ÓBVIO), falas(o tempo todo), e acho que até lugares. Tem um posto de gasolina que aparece, que me lembrou na hora do posto de gasolina no final do primeiro Terminator(até pq, a cena é IGUAL, só muda o ambiente), e não sei se não é o “mesmo posto”. E por aí vai. Coroando tudo, como a cereja do bolo, o pingo do i, perto do final do filme, aparece ele. Sim, o cara que bateu no Predador ex-Mr. Olímpia, digitalizado: o Schwarzenegger. Pra fã da saga, cáspita, foi a cereja do bolo(odeio me repetir, mas foi necessário), pq a cena é genial. Ele é digitalizado, mas ainda assim, é demais a cena. E não, eu vou me conter e não vou dar NENHUM spoiler da cena, senão estraga. Ter dito que ele aparece já é o suficiente.

Mas enfim, não é um épico, não é o melhor filme do ano. Mas COM CERTEZA, valeu a pena ter passado perto do chiqueirão me perdido em Porto Alegre com a gurizada pra ir até lá ver o filme. E o preço levemente salgado do ingresso também. É divertido, o cara ri em algumas cenas, e se diverte em outras. Ao contrário do filme do Wolverine, que não vale dois pilas, esse valia até 30.

E antes que eu me esqueça, curti o Sam Worthington. Ele tá com um “meio-termo” na cara de robô do Terminator 1, lembrando um pouco o Schutznéguer no Terminator 2.

, ,